Nada muito novo por aqui. Dois dias atras fui no boliche, aniversario do Hideo. Como sempre, a primeira rodada voce faz la seus 140 pontos, na segunda ja cai pra 80 pontos e na terceira voce faz 45 pontos e ganha uma dor no pulso por uma semana. Vida de jogador profissional de boliche.
Ontem fomos (eu e o pessoal do curso de japones) jantar num restaurante para comemorar o fim da primeira parte do curso. Eu e Priscila (Brasil), Avivit (Israel), Antony e Christine (EUA), Said (Uzbequistao), Zsolt (Hungria), Bon (Koreia), Oh (China), Indora (Indonesia) e Martin (Franca).
A gaijinzada ("gringos") toda no restaurante e depois num bar australiano: Red Rock.
Alias, bar de gaijin e sinonimo de japonesas tentando agarrar os estrangeiros e japoneses se dando mal tentando agarrar as estrangeiras. Open bar, musica boa, pessoas legais... muito bom. Unico problema e que tudo acaba a meia-noite (como quase todo bar aqui no Japao). Detalhe pra pergunta de um japones para o Victor, namorado da Priscila: "Por que voce trouxe sua namorada pra ca? Ela nao deveria ficar em casa?". Isso me fez pensar em como os japoneses vem a questao do matrimonio. Sua mulher nao e necessariamente a pessoa que voce gosta ou ama, mas sim a mulher com que voce vai se casar. Parece estranho, nao? Mas a funcao e mais de parceria, um acordo entre cavalheiros (no caso, cavalheiro e dama). Sei la. Ainda estou a pouco tempo aqui para entender as nuances. Daqui uns 6 meses escrevo de novo sobre esse assunto.
Meu dia-a-dia nesta terra de ninguem
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