Saulo Pinto de Oliveira
Nagoya University Foreign Student House
2-23, Tosei-cho, Showa-Ku, Nagoya 466-0026 JAPAN
Room 213
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Meu dia-a-dia nesta terra de ninguem
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
08/05/2008
Foi a experiencia mais bacana ate entao. Perto do meu laboratorio, tem um dojo (salao de treino) de Kyudo, o arco e flecha japones. Sendo um esporte diferente, tipico japones, imponente, bem bacana e, acima de tudo, do lado do laboratorio (eita preguica), fui la conferir as aulas. Estou la, do lado de fora do dojo, so a observar as flechas zunindo pelo ar, quando percebo aquela confusao tipica dos japoneses quando querem se dirigir a alguem. No caso, eu: o Gaijin (estrangeiro). Essa confusao tipica pode ser classificada como um burburinho entre as pessoas interessadas a iniciar a conversacao, num misto de vergonha e indecisao, seguido de olhares no canto dos olhos ate que alguem tenha a coragem de dirigir a palavra a mim.

A menina, muito da bonitinha por sinal, ja veio falando aquele japones complicado e cheio de mesuras e palavras truncadas, tao "facinho" de entender. Humildemente, expliquei que meu japones era muito fraco. Agora nao sei se foi de sacanagem ou se ela nao sabia falar de outro jeito, mas ela apertou o botaozinho do "Dane-se" e manteve o nivel da conversacao igual. E la vou eu comecando a adivinhar o que ela estava tentando falar. Enfim, aos trancos e barrancos, ela perguntou se eu tinha interesse no arco e flecha, se queria me unir ao clube e talz. Eu, que achava que por ser Gaijin eles pudessem nao querer minha presenca, fiquei feliz com o convite. Aceitei ver uma apresentacao.
Parecia um Xogum assistindo a apresentacao dos seus soldados. Assim que entrei no dojo, colocaram uma cadeirinha para que eu os assistisse. As duas pessoas que estavam treinando, comecaram a atirar umas flechas nos alvos enquanto a menina que me siceroneava ficou ajoelhada (!!!) ao meu lado, me entretendo (!!!!!!!!), falando bem baixinho para nao atrapalhar os atiradores. Me explicava as regras, perguntava coisas sobre o Brasil, se estava gostando do Japao. Foram so 30 minutos, mas foi muito legal.
Infelizmente, nao vou poder fazer as aulas. O clube de Kyudo da faculdade e so para graduandos. Como faco mestrado... Mas fique com uma vontade danada. Fica pra proxima vida.

A menina, muito da bonitinha por sinal, ja veio falando aquele japones complicado e cheio de mesuras e palavras truncadas, tao "facinho" de entender. Humildemente, expliquei que meu japones era muito fraco. Agora nao sei se foi de sacanagem ou se ela nao sabia falar de outro jeito, mas ela apertou o botaozinho do "Dane-se" e manteve o nivel da conversacao igual. E la vou eu comecando a adivinhar o que ela estava tentando falar. Enfim, aos trancos e barrancos, ela perguntou se eu tinha interesse no arco e flecha, se queria me unir ao clube e talz. Eu, que achava que por ser Gaijin eles pudessem nao querer minha presenca, fiquei feliz com o convite. Aceitei ver uma apresentacao.
Parecia um Xogum assistindo a apresentacao dos seus soldados. Assim que entrei no dojo, colocaram uma cadeirinha para que eu os assistisse. As duas pessoas que estavam treinando, comecaram a atirar umas flechas nos alvos enquanto a menina que me siceroneava ficou ajoelhada (!!!) ao meu lado, me entretendo (!!!!!!!!), falando bem baixinho para nao atrapalhar os atiradores. Me explicava as regras, perguntava coisas sobre o Brasil, se estava gostando do Japao. Foram so 30 minutos, mas foi muito legal.
Infelizmente, nao vou poder fazer as aulas. O clube de Kyudo da faculdade e so para graduandos. Como faco mestrado... Mas fique com uma vontade danada. Fica pra proxima vida.
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